domingo, junho 07, 2009

na crise, à direita


Qual a razão? Nunca entendi. Mas as eleições para o Parlamento Europeu são prova que, na crise, a direita sempre arrebanha mais votos. Terá sido essa a razão de 64? Será que apenas a estabilidade econômica permitiu ao partido mais identificado com o socialismo chegar ao poder no Brasil? Não sei, essas questões da política sempre me escapam um pouco, embora me pareçam recorrentes. De uma coisa, porém, estou certa: se La Bruni gostasse mesmo de política não teria se identificado com Sarkozy. Mas prefiro pensar que o amor é cego e que dispensa essas bobagens mundanas. Aliás, basta ver seu (recorrente) sorriso. O amor é lindo...
foto capturada do site do jornal o globo hoje

2 comentários:

anasimplesassim disse...

É recorrente mesmo, veja o caso dos Estados Unidos na ocasião de "11 de setembro". Por medo, os americanso preferiram votar no Bush que era um candidato de direita e com perfil mais agressivo, menos conciliador, mais duro.
Carla Bruni tem que estar feliz,sim. Ora, as vantagens - essa mordomia e prestigio que ela deve ter agora, há pouco mais de um ano -, devem ainda compensar as desvantagens deste casamento. Afinal, conveniencias existem para todos :)

Denise Sollami disse...

Eu acho que ele é feliz com ele, de verdade. Agora, acho que as diferenças ficaram sublimadas pela paixão. Duvido, na boa, que ela fosse votar nele. Se bem que parte da alta burguesia é meio alienada politicamente.