quarta-feira, novembro 08, 2006

incerto

pelo sim, pelo não
deixo a chave na porta:
vai que você volta
e te dou meu perdão?

10 comentários:

Ricardo Rayol disse...

Seguro morreu de velho e quem sabe ele volta mesmo :-)

Já viu meu novo e espetacular espetáculo do crescimento blog/?

Denise Sollami disse...

vi sim, Ricardo. Ixpetáculo!

Ricardo Rayol disse...

Po, fiquei curioso, afinal voltou ou não?

Denise Sollami disse...

Ricardo, não creia em tudo o que lê, ao menos não o que eu tenha escrito. Pq ninguém foi nem voltou, é só a minha imaginação.

Ricardo Rayol disse...

Pois, caí que nem pato rs

Frederico disse...

Denise é poetisa, talvez acima de causídica. Poetas com P não estão; são. Até sozinhos, inertes, sonhando.

Denise Sollami disse...

Frederico, falando em causídicos e poetas, vc. lembra daquele juiz que proferia as sentenças em verso? um juiz trabalhista? muito engraçado!

Vera disse...

Assim com um coração tão grande, tenho a certeza que ele volta sim! E claro que tu perdoas! Isso é amor!
Beijinhos!

Frederico disse...

Denise, salvo engano, era trabalhista sim... Acho até que sei quem era; já é desembargador. Mas lhe esqueci o nome. Agora, melhor foi uma petição que recebemos aqui - ou melhor, é da 16a Vara, mas mandaram cópia por e-mail. Vou colocar em breve no imbloglio.

Anônimo disse...

Caramba, adorei o poeminha. Também estou com uma chave na porta. Quem sabe...